"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ALUNOS BRASILEIROS SÃO OS MAIS INDISCIPLINADOS DO MUNDO

OS DOIS CAMINHOS - O CAMINHO DO MUNDO E O SEU PRÓPRIO CAMINHO

DISCIPLINA NA ESCOLA É AUTORITARISMO?


17 de janeiro de 2017
postado por m.americo

CENSURA NO BRASIL - AGORA FOI A VEZ DE JOICE HASSELMANN

O QUE O MINISTRO DO SUPREMO RICARDO LEWANDOWSKI E O PCC TEM EM COMUM?

GEDDEL: O HOMEM BOMBA DO PMDB E... PT. ENTENDA

ESCÂNDALO MAIOR QUE O PETROLÃO, OS FUNDOS DE PENSÃO!@ MAIS DE 1 TRILHÃO ROUBADO PELA ORCRIM

BOULOS, CHEFÃO DO MTST, É PRESO

BOULOS, CHEFÃO DO MTST, É PRESO. UHUU! - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=ui4f3LUPwDk
54 min atrás - Vídeo enviado por Joice Hasselmann
Ele disparou rojão em cima da PM e foi para onde já devia estar há muito tempo: atrás das grades. Espie ...

17 de janeiro de 2017
postado por m.americo

CABRAL E ADRIANA FAZIAM LAVAGEM DE DINHEIRO EM RESTAURANTE DE COMIDA JAPONESA


Rio de Janeiro (RJ) 15 / 04 / 2011 Finalistas Agua na Boca- Manekineko Itanhanga. Foto Marcos Tristao / Agencia Globo ORG XMIT: 1254733 ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
Restaurante japonês era um falso cliente de Adriana AncelmoA cadeia de restaurantes japoneses Manekineko está na mira de investigadores da Operação Calicute sob suspeita de ter participado da rede de lavagem de dinheiro usada, segundo o Ministério Público Federal, pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral. A empresa fez, em 2014 e 2015, transferências milionárias para o escritório de advocacia da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, acusado de ser o responsável por lavar parte da propina.
Em outra ponta, relatório do Coaf detectou que sócios e funcionários do restaurante foram beneficiários de depósitos em dinheiro feitos por uma das secretárias da ex-primeira-dama.
Se confirmado, não seria o primeiro caso de uso de uma empresa conhecida no Rio para dar aparência legal aos recursos. O dono de franquias do curso de inglês Brasas e de boliche na Barra da Tijuca, o empresário John O’Donnel já reconheceu à Polícia Federal que emitiu notas fiscais frias que foram usadas para “esquentar” dinheiro de um dos operadores de Cabral.
SÍMBOLO DA PROSPERIDADE – A rede Manekineko tem seis restaurantes no Rio, sendo três na zona sul. O nome faz referência à figura oriental de um gatinho que acena, símbolo de prosperidade. Procurada, a empresa afirmou que não poderia se manifestar no momento. A defesa de Adriana Ancelmo não retornou os contatos.
Relatório da Receita Federal afirma que em 2014 o Manekineko transferiu R$ 1 milhão para a banca da ex-primeira-dama. No ano seguinte, o escritório declarou ter recebido outros R$ 2,3 milhões da rede de restaurantes.
Os R$ 3,3 milhões colocam o Manekineko como uma das principais fontes de pagamento ao escritório, acima de empresas de grande porte como EBX, Metrô Rio e Baskem — todas citadas em relatório do MPF como possíveis fontes de propina.
O restaurante voltou ao radar dos investigadores ao aparecer em relatório do Coaf como destino de depósitos em dinheiro feito por Michelle Tomaz Pinto, gerente financeira do escritório de Adriana Ancelmo.
PAGAMENTOS – De acordo com o documento do órgão da Fazenda, funcionários ou sócios da rede de restaurantes foram beneficiários de R$ 100 mil dos depósitos feitos em 2015. Investigadores querem saber a razão dos pagamentos e em qual volume ele de fato ocorreu.
Pinto afirmou em depoimento que Luiz Carlos Bezerra, apontado pela procuradoria como operador da propina de Cabral obtida em obras públicas, levava dinheiro vivo numa mochila para o escritório da ex-primeira-dama.
A rede de restaurantes Manekineko não comentou a investigação contra a empresa por suspeita de lavagem de dinheiro da propina do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) via o escritório de advocacia da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo.

17 de janeiro de 2017

Italo Nogueira
Folha

MEGADELAÇÃO DA CAMARGOCORREA DEVE ATINGIR GERALDO ALCKMIN

ACORDO DA CAMARGO CORRÊA PODE IMPLICAR GOVERNADOR PAULISTA

GOVERNADOR DE SÃO PAULO, GERALDO ALCKMIN (PSDB). FOTO: ROVENA ROSA/ABR


Como a Odebrecht, a megadelação premiada da Camargo Corrêa vai implicar cerca de duzentos políticos de todos os partidos, mas um dos principais atingidos deve ser o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), cuja reputação de honestidade poderá sofrer sérios danos. Fontes ligadas à Lava Jato suspeitam que a Camargo teria atuado como “tesouraria” na campanha presidencial de Alckmin, em 2006. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há relatos de distribuição de dinheiro vivo na sede da Camargo Corrêa, em 2006, a políticos supostamente indicados pelo comitê de Alckmin.

As relações da Camargo Corrêa com a classe política são detalhadas em delações de cerca de 40 executivos da empreiteira.

Oficialmente, a Camargo doou só R$400 mil à campanha presidencial tucana, em 2006, e R$2,4 milhões à reeleição de Lula.

A assessoria de Alckmin informou que o governo de São Paulo vai se posicionar somente diante de denúncia concreta, nessa megadelação.


17 de janeiro de 2017
diário do poder

ENXURRADA DE DELAÇÕES

FORÇA-TAREFA ESTÁ PREPARADA PARA DELAÇÕES NO NÚCLEO POLÍTICO APÓS ODEBRECHT
LAVA JATO SE PREPARA PARA DELAÇÕES DE ASSESSORES DE POLÍTICOS

LAVA JATO DEVE TER AUMENTO DE PROCURA POR COLABORAÇÃO PREMIADA ENTRE ASSESSORES E EX-FUNCIONÁRIOS DE POLÍTICOS, DELATADOS POR EMPREITEIRA À FORÇA-TAREFA (FOTO: AG. SENADO)

A mega delação premiada da Odebrecht – que envolve 77 executivos e aguarda homologação da Justiça – deve desencadear uma nova fase de colaborações na Operação Lava Jato: a do núcleo políticos da organização criminosa acusada de corrupção na Petrobrás.

Procuradores da República, das forças-tarefas de Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro, estão preparados para um aumento da procura por acordos de delação, por assessores e ex-assessores de políticos, em especial, de parlamentares.

“O maior espaço que se existe hoje para delações é para assessores de políticos e políticos. Quanto antes eles procurarem por um acordo, mais benefícios podem obter”, afirmou um investigador, em reservado.

A Lava Jato, em Curitiba, fechou em três anos de investigações 71 delações premiadas. Dessas, apenas duas de políticos: a do ex-líder do PT no Senado Delcídio Amaral – que falou, após ser preso em flagrante – e a do ex-presidente da Transpetro e ex-deputado Sérgio Machado.

Outro político que fez acordo de delação com a Lava Jato é o ex-deputado federal Pedro Corrêa, ex-líder do PP, condenado no mensalão, em 2012, e pelo juiz federal Sérgio Moro, no caso Petrobrás, em 2016. Sua delação, no entanto, aguarda homologação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Organização. No decorrer das investigações da Lava Jato, quem buscou primeiro um acordo de colaboração dentro do seu núcleo de atuação na organização criminosa denunciada, acabou obtendo os melhores benefícios.

“Os primeiros agentes públicos que procuraram a força-tarefa, ou os primeiros empresários, os primeiros operadores, foram dentro de seus núcleos de atuação, tiveram muito mais benefícios do que os outros. Assessores de políticos e políticos que tiveram envolvido com alguma corrupção, devem buscar a Procuradoria.”

Segundo as investigações da Lava Jato, uma organização criminosa formada por quatro núcleos (político, agentes públicos, empresários e operadores) fraudou contratos da Petrobrás e desviou de 1% a 3% de propinas para políticos e partidos que fatiaram o comando da estatal e geraram um rombo de mais de R$ 40 bilhões, em 10 anos. (AE)



17 de janeiro de 2017
postdo por m.americo

SÓ DECLARANDO GUERRA A DONALD TRUMP...


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Charge sem autoria, reproduzida do site do PPS
O presidente Michel Temer reúne amanhã os governadores estaduais. Prevê-se que nenhum falte, dada a miséria em se encontram seus Estados. Todos vêm atrás de dinheiro, imaginando rolar suas dívidas com a União, obter mais empréstimos e poder ao menos assegurar o pagamento do próprio funcionalismo.
Impossível que tragam sugestões capazes de ajudar o governo federal a sair do sufoco. Saber quem está pior, se os governadores ou o presidente da República, dá no mesmo. Andam todos à espera de um milagre.
Fez sucesso, muitos anos atrás, um filme intitulado de “O Rato que Ruge”, com o inigualável e saudoso Peter Sellers, acumulando três papéis: a rainha de um pequeno país europeu, o primeiro-ministro e um capitão da guarda. Reunidos, eles concluíram haver uma só saída para o país: declarar guerra aos Estados Unidos, iniciá-la e logo depois perder. Ou todos os países que haviam perdido guerras para os americanos,      como o Japão e a Alemanha, não se encontravam no  melhor dos mundos, ricos e prósperos?
Assim fizeram, embarcando seu limitado exército num cargueiro de quinta categoria, com arcos, flechas e escudos. Invadiram Nova York, cuja população nem se deu conta da invasão. Aconteceu, porém, um inusitado: os invasores entram na residência de um cientista nuclear que acabara de descobrir a fórmula de uma bomba atômica de bolso. O resto da trama fica por conta do leitor encontrar uma cópia do filme e deliciar-se com o espetáculo.
Por que se conta essa história que seria cômica se não fosse trágica? Afinal, sexta-feira assume um novo presidente dos Estados Unidos. Que tal Michel Temer e os governadores declararem guerra ao governo Donald Trump? O triste seria se nós ganhássemos…

17 de janeiro de 2017
Carlos Chagas

O HUMOR DO IVAN CABRAL...

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17 DE JANEIRO DE 2017

TEMER NÃO PODE DEMITIR O MINISTRO CORRUPTO DYOGO OLIVEIRA, PROTEGIDO DE JUCÁ


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Se não houvesse foro especial, Dyogo já teria sido preso
Para a “Tribuna da Internet”, não causou a menor surpresa o relatório da Operação Zelotes denunciando o ministro  do Planejamento, Dyogo Henrique Oliveira, de participar da compra e venda de medidas provisórias nos governos Lula e Dilma Rousseff. Nos últimos meses foram publicados aqui no blog diversos artigos estranhando que o presidente Michel Temer tenha mantido no governo um economista que atuou diretamente nos esquemas de corrupção do PT e está sendo investigado em diferentes inquéritos.
TUDO MUITO ESTRANHO – As provas contra Dyogo Oliveira sempre foram abundantes e incontestáveis. Nas gestões de Dilma Rousseff, ele chegou a ser ministro interino da Fazenda, tendo participado ativamente das maquiagens das contas e das pedaladas fiscais. Apesar de investigado na Lava Jato e na Zelotes, Dyogo Oliveira foi nomeado por Temer para a Secretaria-Geral do Planejamento. E logo depois passou a ocupar a função de ministro, com o afastamento de Romero Jucá, alvejado pela Lava Jato logo no início do governo do PMDB.
Diante da Polícia Federal, Dyogo Oliveira prestou depoimentos sem jamais apresentar defesas consistentes e convincentes. Mesmo assim, foi mantido por Temer. Embora o Planejamento seja um pasta de pouca importância, que não planeja nada e já foi ocupado por inutilidades como Paulo Bernardo e Miriam Belchior, era difícil entender por que o presidente Temer continuava protegendo esse ministro. Até que em novembro surgiu a explicação, divulgada pelo excelente jornalista Vicente Nunes, editor-executivo do Correio Braziliense – Dyogo é protegido de Romero Jucá.
OPERADOR DA CORRUPÇÃO – Repetidas vezes, denunciamos aqui na “Tribuna da Internet” o envolvimento do atual ministro do Planejamento em atos de corrupção, como operador das manobras de compra e venda de Medidas Provisórias nos governos petistas. Inclusive citamos a mensagem por e-mail enviada a Marcelo Odebrecht por Maurício Ferro, diretor jurídico da empreiteira, um das provas de que era Dyogo Oliveira quem conduzia essas operações fraudulentas, que enfrentavam resistências do corpo técnico da Receita Federal.
Será importante você ter a reunião com GM (Guido Mantega) amanhã depois da PR (presidente Dilma Rousseff). Receita continua criando dificuldades e Dyogo precisará do apoio do ministro”, sugeriu o diretor Ferro a Marcelo Odebrecht.
PROVAS ABUNDANTES – Mostramos que havia muito mais provas, porque Dyogo Oliveira é especificamente citado também em anotações do lobista Alexandre Paes dos Santos, o APS, que tinha o costume de registrar as negociações das Medidas Provisórias. Num dos trechos, APS escreveu “Diogo/José Ricardo”, seguido de “Secretaria de Política Econômica” e “SPE”. Em outro documento, de 2011, a Marcondes e Mautoni Empreendimentos, empresa que atuou na compra das MPs, também registra uma reunião com Dyogo entre 28 e 31 de março.
Ao depor na Operação Zelotes, Dyogo alegou que cuidava do setor industrial no governo Dilma e, por isso, tinha reuniões com representantes de empresas, inclusive automotivas. Disse não se recordar, mas admitiu que, numa dessas reuniões, o lobista Alexandre Paes dos Santos, o APS, que viria a ser condenado, “até deve ter participado”.
O Ministério Público Federal criticou a conduta dele: “O que chamou a atenção no depoimento de Dyogo Henrique é o fato dele não saber quantas vezes se encontrou com Mauro Marcondes nem explicar por que não existe registro ou ata destas reuniões. A ausência de registro das reuniões com o lobista Marcondes viola o Código de Ética da Alta Administração Federal, a qual Dyogo estava vinculado na época dos fatos“, assinalou a Procuradoria da República.
FORMAÇÃO DE QUADRILHA – As investigações da Zelotes ainda estão em andamento, para apurar não somente a participação de Dyogo Oliveira, mas também de Lula da Silva, Erenice Guerra, Nelson Machado, Gilberto Carvalho, Helder Silva Chaves, Ivan João Guimarães Ramalho e Miguel Jorge, entre outros, numa prodigiosa formação de quadrilha.
Há, ainda, as investigações da Lava Jato e também do Banco do Nordeste, em que Dyogo Oliveira foi um dos ex-conselheiros intimados a depor sobre irregularidades num empréstimo de R$ 375 milhões à Cervejaria Itaipava em 2014.
Em outubro, o Ministério Público Federal pediu as quebras dos sigilos bancário e fiscal do ministro, mesmo assim ele não foi demitido e não houve maior repercussão, porque o processo tramita sob sigilo, devido ao foro privilegiado.
EM VÁRIAS MPs – O envolvimento de  Dyogo Oliveira ocorreu quando era secretário-adjunto de Direito Econômico do Ministério da Fazenda em 2009 e 2011, na época em que foram aprovadas as MPs 471 e 512, que ampliaram o prazo de incentivos fiscais às montadoras instaladas no Norte, Nordeste e Centro Oeste.
O relatório da Zelotes diz que ele participou também do favorecimento à Gerdau na tramitação de outra MP, tendo se entendido pessoalmente com o empresário Jorge Gerdau sobre regras tributárias do interesse da siderúrgica. Detalhe: o próprio Gerdau redigiu emendas que tramitaram na aprovação da MP 627, que alterou regras da tributação de lucros de empresas com negócios no exterior e resolveu pendências para o pagamento de dívidas com o Fisco.
A investigação foi aberta porque, em troca de doações eleitorais, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da MP 627, e outros parlamentares trabalharam para incluir vantagens à Gerdau no projeto, aprovado em 2014, no governo Dilma. Na época, Dyogo era secretário-executivo do Ministério da Fazenda.
E-MAILS REVELADORES – Marcos Antônio Biondo, diretor jurídico da Gerdau, em e-mail, indica a Dyogo Oliveira as emendas de interesse da empresa. Quatro dias depois, Gerdau e o então secretário-executivo se reuniram em Brasília para tratar das questões tributárias.
O próprio Gerdau escreveu uma carta a Dyogo. “Para atender nossos interesses, apresentamos as emendas 183 (deputado Jorge Corte Real), 453 e 454 (deputado Alfredo Kaefer) à MP 627”, escreveu. Após a reunião, Jucá mudou o texto da MP, incluindo o trecho requisitado pela siderúrgica.
Mesmo com todas essas provas irrefutáveis, Temer ainda mantém o ministro Dyogo Oliveira. Mas como demitir o parceiro/irmão/camarada de Romero Jucá? Realmente, fica difícil, porque Temer usa claramente a Presidência da República para atender aos interesses dos caciques do PMDB. É um fato concreto, não pode ser contestado.
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PS – Os lobistas Mauro Marcondes e Alexandre Paes dos Santos foram presos por envolvimento no esquema. Marcondes também é investigado pelo repasse de R$ 2,6 milhões a uma empresa de Luís Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, no mesmo período da edição de MPs de interesse do setor automotivo. Justamente por isso, Luís Cláudio também virou réu no mesmo processo e tentou ir morar no Uruguai, mas o modesto clube que ia contratar o “preparador físico” brasileiro acabou desistindo, devido à repercussão altamente negativa na imprensa uruguaia.  (C.N.)

17 de janeiro de 2017
Carlos Newton