"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

DEPUTADO ARRASA LETÍCIA SABATELLA, GLÓRIA PIRES E WAGNER MOURA, DE LADRÕES MAMADORES DA LEI ROUANET

PAGANDO A CONTA DA CORRUPÇÃO

GOVERNO VAI AUMENTAR PIS/COFINS SOBRE COMBUSTÍVEIS, DIZ JORNAL
GOVERNO DECIDE AUMENTAR IMPOSTOS PARA FECHAR SUAS CONTAS


EQUIPE ECONÔMICA AVALIA AINDA A POSSIBILIDADE DE ELEVAR OUTRO TRIBUTO PARA FECHAR AS CONTAS DE 2017 (FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)

O governo decidiu que será necessário aumentar o PIS/Cofins incidente sobre combustíveis para garantir o cumprimento da meta fiscal deste ano, de déficit de R$ 139 bilhões, segundo o jornal o Estado de São Paulo.

Ainda de acordo com a reportagem, o governo também avalia a possibilidade de elevar outro tributo para fechar as contas, já que o governo tem um buraco de aproximadamente R$ 10 bilhões para cobrir no Orçamento de 2017. Três alternativas estão em análise: IOF sobre operações de câmbio à vista, ou IOF sobre operações de crédito, ou Cide-combustível.

Segundo explicou uma fonte do governo, essa alternativa de elevar outro tributo talvez seja necessária porque há limitação para elevar a alíquota do PIS/Cofins. Dessa forma, seria um complemento para cobrir a necessidade de aumentar a arrecadação até o final do ano.

A avaliação no Planalto é de que, como as receitas previstas pela área econômica não se confirmaram, um aumento de, por exemplo, R$ 0,10 no preço do litro da gasolina não teria grande impacto no bolso do consumidor e ainda ajudaria as contas públicas. O impacto dessa elevação do imposto seria ainda minorado porque a gasolina tem sofrido seguidas reduções de preço, o que minimiza o impacto de eventual aumento.

A decisão sobre a elevação de outro tributo não está fechada e será tomada amanhã em reunião com o presidente Michel Temer. A Receita Federal está fazendo as contas para levar as estimativas para a reunião.

O aumento de impostos terá que ser publicado no Diário Oficial da União, numa edição diária ou extraordinária, até amanhã, para a previsão de receitas do relatório bimestral de avaliação do orçamento poder contar com esses recursos.



20 de julho de 2017
diário do poder

DEPUTADO REVELA ESQUEMA MILIONÁRIO DENTRO DO MINISTÉRIO DA CULTURA

DEPUTADO REVELA ESQUEMA MILIONÁRIO DENTRO DO MINISTÉRIO DA CULTURA ENVOLVENDO ARTISTAS GLOBAIS

  • 11 horas atrás
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20 de julho de 2017
postado por m.americo

JORGE LUZ DEVASTA RENAN CALHEIROS E TODA A QUADRILHA DIANTE DE SÉRGIO MORO EM DEPOIMENTO

ENQUETE FEITA EM REDE NACIONAL SOBRE A INTERVENÇÃO

QUANDO TUDO FALHAR, CHAME O JOE - UM HERÓI DA CIA

Lembrando o herói e membro-fundador da CIA, Joe Procaccino
.
"Você tem que saber onde esteve para saber onde está"
(Joe Procaccino)



Joseph A. Procaccino é uma lenda da CIA. Tendo servido sob todos os diretores da CIA, Joe alcançou um marco único em 2014: 71 anos no serviço de inteligência.
Joe fez parte de todos os aspectos das missões da Agência, desde os primórdios do Escritório de Serviços Estratégicos (OSS) até a Unidade de Serviços Estratégicos (SSU) e do Grupo de Inteligência Central(CIG) de curta duração, até se tornar um membro fundador da CIA, em 1947.
Ele recebeu numerosos prêmios, incluindo a prestigiosa Medalha do Diretor, e foi um herói em Langley. Mas foram seus sábios conselhos e orientações honradas, no entanto, que o fizeram muito estimado.
"Quando tudo mais falhar, pergunte ao Joe", tem sido um ditado popular na Agência há anos.
Joe morreu tranquilamente aos 93 anos de idade, em 8 de janeiro de 2015, após complicações de uma doença respiratória.

Nasce uma lenda



Joe, que nasceu na Itália, entrou no mundo da Inteligência por suas habilidades com línguas estrangeiras.
Ele nasceu em 1921 em Bisaccia e veio para os Estados Unidos em 1933. Ele estabeleceu-se com sua família no Bronx, NY, onde freqüentou o DeWitt Clinton High School.
Como adolescente, ele foi um vocalista notável que cantou na rádio local e em clubes como "The Young Caruso". Ele se formou no City College de Nova York em 1942, com especialização em lingüística.
"Concentrei-me na faculdade em línguas românicas, aspirando a ser professor de italiano", lembrou Joe durante uma palestra que ele deu na sede da CIA, em 2011. "Em dezembro de 1942, um coronel do Exército dos EUA esteve em Nova York entrevistando estudantes com fortes inclinações linguísticas para aprender japonês. Achei que era uma boa oportunidade para aprender um novo idioma".
Joe foi aceito no Serviço de Inteligência Militar, e começou estudando japonês na Escola de Serviço de Inteligência Militar, na Universidade de Michigan e em Camp Savage em Minnesota

"Missão Dixie"

Então, de março a junho de 1945, Joe foi membro do Grupo Observador dos EUA que fazia parte da "Missão Dixie" na China.



O objetivo da missão era conseguir que os comunistas e os nacionalistas governantes formassem uma coalizão para lutar contra os japoneses.
Para fazer isso, o primeiro contingente dos EUA da missão viajou de avião para Yenan, a capital comunista sob Mao Tse-Tung.
O segundo contingente, incluindo Joe, viajou mais de 1.200 milhas por comboio motorizado em estradas nunca antes viajadas, da capital nacionalista chinesa de Chungking para Yenan.
Lá, eles moravam em salas que realmente eram cavernas na encosta, sem eletricidade e iluminadas apenas por velas.
Joe trabalhou em estreita colaboração com os comunistas para colecionar inteligência militar sobre as forças japonesas, obter ajuda para resgatar aviadores avariados dos EUA em território inimigo e coletar informações sobre personalidades comunistas, bem como condições meteorológicas.

De Militar a OSS

Enquanto servia na China pós-guerra, Joe deixou seu trabalho militar e se juntou ao OSS. Quando o OSS foi dissolvido no final de setembro de 1945, seus restos foram alojados no Departamento de Guerra como a Unidade de Serviços Estratégicos (SSU).
O Grupo Central de Inteligência (CIG) foi criado em janeiro de 1946 pela Ordem Executiva, e o SSU foi dobrado nesse verão.
Em 1947, Joe tornou-se um membro fundador da recém-criada CIA.
Em uma palestra em 2011 na sede da Agência, Joe enfatizou que as mudanças na inteligência americana após 1945 e o trabalho pioneiro feito pelos precursores da CIA, não são amplamente conhecidos hoje.
"É difícil transmitir o significado dessas organizações de inteligência predecessoras porque não são prontamente discutidas", disse Joe. "Eu posso ser um dos últimos membros restantes capazes de contar seus triunfos".
Joe fez sua missão educar a força de trabalho da Agência em seu passado e enfatizar a importância de aprender com sua história.

Um Herói em Langley

Uma dedicação insuperável para a missão e as pessoas da CIA fizeram de Joe uma lenda.
Em uma visita à CIA em 2004, o Hall of Famer Cal Ripken se encontrou com Joe e, tendo aprendido o serviço em sete décadas diferentes, escreveu: "Joe, agora é uma série impressionante".



Descrito pelo ex-diretor da CIA, George Tenet, como "O Pai dos Diretores de Todos os Relatórios", Joe inventou, criou ou foi pioneiro em muitas das políticas e procedimentos de gerenciamento de informações que ainda usamos hoje.
É nesta área que Joe teve talvez o maior impacto.
Joe ajudou a estabelecer padrões para a produção e avaliação de inteligência humana, funções básicas que tocam virtualmente cada parte da CIA.
Ele desempenhou um papel decisivo na colocação em linha do primeiro sistema eletrônico de disseminação da Agência na década de 1970, substituindo um processo puramente manual.
Depois do 11 de setembro, ele empregou seus antecedentes legais - ele obteve seu diploma de Direito em 1955 e foi membro do DC Bar - para moldar, analisar e melhorar as diretrizes que regem a passagem e uso de inteligência por autoridades policiais e de segurança interna.
Nunca se afastou de um desafio, Joe era freqüentemente visto como um líder entre seus colegas.
Ele disse: "A liderança é ação - não apenas uma posição". Era um padrão que ele tentava viver todos os dias em sua própria vida, e um valor que ele passou para as novas gerações de oficiais que regularmente buscavam seu conselho.
Por sua dedicação e serviço excepcional, em 26 de fevereiro de 2003, Joe foi premiado com a Medalha do Diretor de "Fidelidade Extraordinária e Serviço Essencial". Joe já havia sido premiado com a Medalha de Inteligência do Mérito e a Medalha de Inteligência Distinguida, entre outros.

"Ask Joe"

Nenhum resumo de sua carreira ou lista de suas honras e decorações pode capturar toda a extensão das contribuições de Joe para a CIA e para a Comunidade de Inteligência.



Como um serviceman, um oficial de inteligência e um consultor, Joe definiu a forma como a inteligência americana trabalha em todo o mundo.
Sua própria avaliação foi caracteristicamente modesta: "Relembro mais do que nunca sobre os primeiros anos para afetar positivamente o futuro. Tenho a honra de ter sido parte de todas as facetas desta organização e só espero que as gerações mais jovens dos oficiais da CIA entendam seus papéis notáveis ​​e como o que eles fazem hoje afeta o futuro da Agência ".
Na Agência, costumava ser dito que, não importa o problema ou pergunta, a resposta sempre pode ser encontrada nas palavras de um cartaz acima da mesa de Joe: "Pergunte ao Joe". Infelizmente, não podemos mais fazer isso.
Mas Joe nos deixou com um legado diferente de qualquer outro. Sua história está integrada nos próprios fundamentos da Agência, e as futuras gerações olharão para ele por respostas, assim como ele procurou o conselho daqueles que vieram antes dele.
Quando tudo mais falhar, esses futuros oficiais perguntarão: "O que Joe diria?"
Fonte: tradução livre de CIA



20 de julho de 2017
mujahdin cucaracha

PROPINA DE R$ 11,5 MILHÕES

LOBISTA DO PMDB CONFESSA PROPINAS PARA RENAN E JADER BARBALHO
PROPINAS FORAM PAGAS A JÁDER E RENAN NA SUÍÇA, AFIRMA JORGE LUZ


JORGE LUZ RELATOU TER USADO CONTA NA SUÍÇA PARA OS PAGAMENTOS ILÍCITOS AOS PARLAMENTARES


Os lobistas Jorge Luz e Bruno Luz, seu filho, presos desde fevereiro na Lava Jato, revelaram nesta quarta-feira (19) em depoimento sobre o esquema de corrupção na Petrobras que usaram a conta Headliner, em um banco de Lugano, na Suíça, para pagamentos ilícitos aos senadores Renan Calheiros (AL) e Jáder Barbalho (PA) e o deputado Aníbal Gomes (CE), todos do PMDB, além de Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia do governo Lula.

Luz contou que houve um acordo para que políticos da legenda apoiassem diretores da Petrobras no cargo em troca de vantagem indevida. Segundo Luz, ele intermediou as negociações que chegaram a R$ 11,5 milhões.

Ao ser questionado pelos próprios advogados, Jorge Luz disse que sabia quem eram os políticos que receberiam as vantagens indevidas da Petrobras. “Inclusive participei da reunião de agradecimento. Inclusive o Fernando [Baiano] disse aqui que ao final o Jader o seguinte: ‘Vocês cumpriram o papel de vocês, agora o problema é nosso’. Jader Barbalho, Renan Calheiros, Anibal Gomes, Silas Rondeau, esses são os agentes políticos”, afirmou Luz.

Jorge Luz está preso desde 25 de fevereiro por ordem do juiz Sérgio Moro, assim como o filho Bruno Luz. Eles são acusados de atuarem como lobistas desses políticos do PMDB e terem corrompido funcionários da Petrobrás em contratos de aquisição e operação de navios-sonda da Área Internacional da estatal.

Renan, Jader e Anibal têm, reiteradamente, negado de forma enfática recebimento de valores ilícitos.

Por meio de nota, o senador Jader diz que "nunca teve conta na Suíça" e que cabe a Jorge Luz provar ao juiz os depósitos, o número da conta e as datas. Também diz que conhece Jorge Luz, mas jamais teve algum tipo de negócio. Diz ainda que isso é "declaração de criminoso que deve ser investigada pela Justiça”.

Também em nota, o senador Renan afirma que conheceu Jorge Luz há mais de 20 anos e desde então nunca mais o encontrou. Diz ainda que não conhece nenhum dos seus filhos. Há 20 dias, o senador prestou depoimento ao juiz Sergio Moro como testemunha de Luz e reafirmou que a citação a seu nome é totalmente infundada”.

Confira os depoimentos abaixo:
:



20 de julho de 2017
diário do poder

O DEDO NA FERIDA DAS 'FAKE NEWS'

O DEDO NA FERIDA das "Fake News"


20 de julho de 2017
postado por m.americo

"ESQUERDA" NO MURO

NO MURO, POLÍTICOS FALANTES DO PSOL E REDE VIRAM ‘TUCANOS DA ESQUERDA’
POLÍTICOS DE REDE E PSOL, NO MURO, IGNORAM CONDENAÇÃO DE LULA

ADORADORES DE HOLOFOTES, PARLAMENTARES DE REDE E PSOL EVITARAM COMENTAR A CONDENAÇÃO DE LULA.

Uma semana após a condenação do ex-presidente Lula a 9 anos e 6 meses de cadeia por corrupção e etc, os deputados Chico Alencar (RJ) e Ivan Valente (SP), do Psol, e Alessandro Molon (RJ) e Randolfe Rodrigues (AP), da Rede, em geral falantes, até hoje não comentaram a decisão do juiz Sérgio Moro. Em cima do muro, esses partidos têm sido ironicamente chamados no Congresso de “tucanos da esquerda”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os deputados calaram sobre a condenação de Lula por ladroagem, os partidos emitiram notas e só a Rede apoiou a sentença de Sergio Moro.

Fazendo jus ao epíteto de “puxadinho do PT”, o Psol acusou Moro de “perseguição” e “arbitrariedades”, em nota apenas na pessoa jurídica.

Ex-Psol e hoje na Rede, o falante senador Randolfe Rodrigues (AP) foi procurado para comentar a condenação de Lula, mas ficou mudo.


20 de julho de 2017
diário do poder

JORGE LUZ REVELA A SUJEIRA CRIADA POR LULA COM RENAN, NO GOVERNO

BORDOADA! JUÍZA ACABA COM MARIA DO ROSÁRIO E INDEFERE PEDIDO DE CENSURA CONTRA DANILO GENTILI!

PRESIDENTE ESCOLHE UM FICHA SUJA PARA A DIRETORIA DA ESTATAL DATAPREV

TEMER NOMEIA CONDENADO POR IMPROBIDADE DIRETOR DE ESTATAL
TEMER NOMEOU CONDENADO POR IMPROBIDADE COMO DIRETOR NA DATAPREV


O presidente Michel Temer nomeou diretor da Dataprev (estatal de tecnologia da Previdência) um condenado por improbidade e impedido de ocupar cargo público. Júlio César de Araújo Nogueira foi condenado em dezembro pelo juiz Francisco Ribeiro, da 8ª vara federal de Brasília, por supostas malfeitorias no Ministério da Agricultura, e a sanções civis (devolver dinheiro) e políticas (não pode se candidatar). Para o Palácio do Planalto não há impedimento já que cabe recurso da sentença. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Júlio César de Araújo Nogueira tem costas quentes: mesmo condenado (e à revelia), até ontem era secretário-executivo adjunto da Casa Civil.

Júlio César Nogueira foi condenado por improbidade e a devolver R$3 milhões aos cofres públicos, em valores de 2012.

O salário de Júlio Cesar na Casa Civil era R$36,5 mil, além de R$11,2 mil em jetons do Finame e do Ceitec, centro de tecnologia do governo.

A Dataprev se livrou apenas ontem dos “carrapatos” que se agarravam aos cargos de diretoria desde o governo Lula, apesar do impeachment.


20 de julho de 2017
duparui di oider

quarta-feira, 19 de julho de 2017

LASIER CONCLUI RELATÓRIO QUE MORALIZA O USO DO CARTÃO CORPORATIVO



Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça o relatório do senador Lasier Martins (PSD-RS) favorável ao projeto que reforça o rigor no uso de cartões corporativos pelo governo federal. O PLS 84/2016 fixa limites e faz divulgação online dos gastos. O texto também proíbe saques e acréscimos a valores comprovados de despesas. Atualmente inexiste restrição, dando margem a abusos.
O senador mandou dizer ao editor que o uso dos cartões corporativos é abusivo, citando este dado:
- Entre 2003 e 2015 os pagamentos com cartões corporativos alcançaram R$ 615 milhões, 95% dos quais com despesas sigilosas.
Pela proposta, nome e matrícula do portador do cartão serão identificados na internet, bem como data e montante do gasto. O total das despesas no exercício será publicado, mensalmente, por unidade gestora. O projeto também limita o valor da compra de produtos e serviços por órgão a pouco mais de R$ 6 mil mês.


19 de julho de 2017
in a direita brasileira em ação

POR QUE A MORTE DE POLICIAIS COMOVE TÃO POUCO OS GRUPOS DE DIREITOS HUMANOS E GRANDE IMPRENSA?


Existe uma verdadeira caça a policiais no Brasil. Quem conhece a realidade, sabe que a farda de um policial militar nunca é posta para secar num varal. Motivo: isso denunciaria a presença de um policial naquela residência, colocando sua vida e de sua família em risco. Também é de conhecimento geral que diversos policiais só vestem sua farda longe de suas casas pelo mesmo motivo. São vários os exemplos desse tipo de comportamento que denota o óbvio: o policial no Brasil está sendo caçado pelos bandidos.

Apenas nesse ano, no Rio de Janeiro, já foram 89 policiais militares ASSASSINADOS. Esse número impressiona a população, causa medo nas famílias de policiais, mas por incrível que pareça parece não despertar maiores simpatias nos grupos de direitos humanos e nem na grande imprensa. Por que isso ocorre?

A primeira explicação refere-se a política de segurança pública adotada pela esquerda. Para os esquerdistas, grande parte deles com postos altos na mídia e nas ONG's de direitos humanos, o crime dificilmente é culpa do bandido. Pelo contrário, o bandido seria ele mesmo vítima do sistema. E um dos principais sustentáculos do sistema é a polícia. Logo, numa brutal inversão de valores, a polícia é geralmente vista com viés negativo. Policiais são perseguidos por traficantes, por assassinos, por criminosos em geral, sob o silêncio covarde de vários "especialistas" em direitos humanos.

Outra explicação é que ao reconhecer que a polícia é perseguida por bandidos resta evidente também que parte da violência policial, que as ONG's adoram denunciar, é legítima forma de autodefesa da polícia contra bandidos desumanos.

O Brasil é um país violento. Em nenhum lugar do mundo se matam tantas pessoas quanto aqui. Apenas no ano passado foram mais de 60.000 pessoas assassinadas. Infelizmente, o establishment prefere criar espantalhos em vez de lidar com problemas reais. Nesse caso, adoram culpar a "cultura machista" do brasileiro para expressarem que isso mata muitas mulheres. Sim, sem dúvida isso é um problema. Contudo, num país onde a taxa de homicídios entre homens é 12 vezes superior a taxa de homicídios entre mulheres, essa dificilmente é a explicação correta. O mesmo vale para a homofobia, certamente alguns homossexuais são perseguidos e sofrem por causa da intolerância. Contudo, fingir que a violência no Brasil decorre da discriminação sofrida por homossexuais está longe de ser verdadeiro. O número de assassinatos decorrentes de homofobia no Brasil estão longe de mostrarem algum padrão distinto da violência enfrentada pelo resto da população.

Basta de criar espantalhos! A violência no Brasil se combate com policias nas ruas e bandidos na cadeia. Se puder liberar o porte de armas para a população melhor ainda. Mas é fundamental lembrar de uma lição básica: na hora do perigo é para a polícia que pedimos socorro. Desmerecer o policial, enfraquecer sua legitimidade, atacar a polícia como a culpada por ser a guardiã do "sistema", só fazem colocar a vida do policial em risco e, em última instância, colocar toda a sociedade sob riscos cada vez maiores associados ao crime e a violência.



19 de julho de 2017
adolfo sachsida

BNDES, FONTE PRIMÁRIA DA CORRUPÇÃO, É ELOGIADA PELO NOVO PRESIDENTE




Queimando dinheiro como mato.

O economista Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES e suposto liberal, nada viu na péssima gestão petista de década e meia no banco da propina, cujo corolário simbólico são os irmãos Esley. Que vá lamber sabão junto com os petistas. A propósito, segue post de Ricardo Bergamini, publicado no blog de meu amigo Paulo Roberto de Almeida:

Questionado sobre o que encontrou no BNDES, ao assumir a presidência do banco há um mês e meio, o economista Paulo Rabello de Castro diz ter encontrado "muito talento" e desmistifica o que ele chama de "ranço" de "brasileiros que se dizem liberais" contra o que eles consideram ser "fomento demais, desenvolvimento demais"; ele rebate afirmações de Marco Antonio Villa, da Jovem Pan, de que o negócio do banco com a JBS tenha dado prejuízo; "Você é um historiador, não pode ficar falando as coisas como está falando aí pelo microfone sem fazer uma investigação", disse.

BNDES, o banco da propina, precisa de uma Lava Jato.

O PT usou a agência de fomento para afagar aliados políticos e empresariais, como a JBS, transformada em gigante à custa do banco. É hora de enfrentar todos esses esqueletos

À medida que a Lava Jato foi avançando, era comum ouvir de integrantes da força-tarefa que não havia por que duvidar que esquemas similares de corrupção tivessem sido estabelecidos em outras empresas do governo. Nada justificaria a existência de desvios somente na Petrobras. A única diferença é que essa era a única meada que já apresentava um fio bem visível. O MPF está puxando há três anos e ainda parece não ter fim.

A delação da JBS reforça essa tese. Escancara outro poço em que é necessário tapar o nariz e mergulhar a fundo: o BNDES.

O escândalo da Odebrecht já dava as linhas centrais de como o banco de fomento transformou-se em banco de propina nos anos do petismo. Uma estrutura de financiamento público criada para acelerar o desenvolvimento do país foi transformada em fonte para afagar aliados, camuflar doações ilegais e irrigar contas petistas.

O caso da JBS, contudo, é mais grave. A Odebrecht pode dizer que já era gigante sem os financiamentos camaradas para investir no exterior. A JBS, não. De porte médio, passou a campeã nacional com projeção fora do país. Teve sua escalada patrocinada por dinheiro público em troca de propina, mediante financiamentos bilionários com comissões clandestinas graúdas repassadas a agentes políticos. Concorrência desleal temperada com corrupção.

A JBS lucrou tanto à custa do BNDES que seu dono não hesitou em despejar, segundo sua delação, U$ 150 milhões em contas no exterior para Lula e Dilma, para ficar em apenas um exemplo. Bolada que faz parecer troco de pinga a cesta de Natal de R$ 17 mil pedida por Guido Mantega.

Joesley Batista acostumou-se tanto à porta escancarada pelo PT no BNDES que avançou em direção ao Cade, à Receita Federal e aos ministérios. Certamente não foi o único. Para não correr o risco de perder a boquinha, despejou milhões nas campanhas de Dilma e Aécio em 2014. E quando viu seus interesses escusos sob ameaça, pressionou para que Henrique Meirelles lhe estendesse o tapete vermelho na Fazenda e para que Maria Silvia, bem menos leniente que o antecessor Luciano Coutinho, fosse substituída.

A JBS é apenas um caso de polícia dentro do BNDES. Tem a Odebrecht, a OAS, a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa. Os estádios da Copa. Todos os PACs. Os financiamentos sigilosos de obras em países alinhados ideologicamente ao PT. O império X de Eike Batista.

Se o Brasil transformou-se em propinocracia sob Lula e Dilma, o BNDES foi o grande financiador desse sistema de governo espúrio. Arrancar os esqueletos de todos os armários do banco é fundamental para consertar o muito mal feito que ficou para trás. E permitir ao BNDES cumprir o papel adequado do estado: o de financiador de áreas em que a sociedade é incapaz de se desenvolver sozinha. Não o de patrocinador da perpetuação de projetos de poder e a consolidação desleal de empresas que se sujeitam a jogar o jogo sujo.



19 de julho de 2017
in orlando tambosi