"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

JORNALISTA "DESCE O SARRAFO" E FAZ ALERTA: 'A MAIOR AMEAÇA À JUSTIÇA QUE O BRASIL JÁ VIU'

LULA E A LEI

Enquanto o Brasil aguarda pelo julgamento do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, que analisará o recurso apresentado pelos advogados do petista contra a condenação a 9 anos e 6 meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, proferida pelo juiz Sergio Moro em primeira instância no processo referente ao rumoroso caso do triplex no Guarujá (SP), ficam cada vez mais evidentes o desespero do lulopetismo em relação ao futuro de seu principal líder e as constantes e desmedidas agressões do PT ao Poder Judiciário brasileiro e às instituições democráticas do país.

Nas últimas semanas, à medida que se aproxima o julgamento marcado para o dia 24 de janeiro, não foram poucos os próceres lulopetistas que se manifestaram abertamente contra o que vêm chamando de “rito de exceção” contra Lula, como se houvesse um complô com o objetivo de afastar o ex-presidente das eleições e consumar um “golpe” – mesmo termo utilizado de forma desavergonhada no período em que Dilma Rousseff foi afastada por meio do impeachment. São inúmeros os relatos de ameaças e tentativas de intimidação contra os desembargadores do TRF-4, além de palavras de ordem e gritos de guerra que indicam a possibilidade de haver quebra-quebra e atos de vandalismo caso o recurso de Lula seja rechaçado. Os bate-paus do lulopetismo não têm limites, demonstrando uma vez mais total descompromisso com as instituições republicanas e a própria democracia.

Trata-se, ao fim e ao cabo, de uma inútil e patética tentativa de mobilizar a militância do PT e seus simpatizantes, desqualificando o processo na hipótese de uma eventual condenação do ex-presidente também em segunda instância – o que parece cada vez mais provável diante da amplitude de seus crimes e das provas apresentadas pelo Ministério Público e corroboradas pelo juiz Moro na sentença. Até parece que Lula é inimputável ou está acima da lei. Nada mais autoritário ou antidemocrático do que essa interpretação.

Em alguns casos, é perceptível que se trata de certo desespero de áulicos do lulopetismo em relação à iminente condenação do grande símbolo do partido. Em outros, no entanto, talvez a grande maioria das lideranças do PT, o que se vê é claramente a intenção de solapar e até mesmo derrubar a ordem democrática vigente no país, o que nos faz recordar do período de tão triste memória da ditadura militar. É uma postura totalmente irresponsável, para dizer o mínimo.

É evidente que se trata do óbvio, mas diante de tamanha desfaçatez e da afronta do PT às instituições é importante reforçar: Lula não tem salvo conduto, assim como nenhum dos cidadãos brasileiros, para praticar crimes. A Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010) é cristalina e não deixa margem para qualquer tipo de dúvida: em caso de condenação por um tribunal colegiado, como o TRF-4, o possível candidato se torna “ficha suja” e fica impedido de disputar eleições. Além disso, há um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que um condenado em segunda instância já pode iniciar o cumprimento de sua pena (no caso de Lula, provavelmente em regime fechado, se a sentença de Moro for referendada pelo TRF-4) enquanto apela às instâncias superiores do Judiciário. Vem daí, muito provavelmente, o desespero e o descontrole da militância lulopetista.

Como se não bastasse a mobilização do PT, também os aliados não declarados do partido, como o PSOL, já se manifestaram em uma nota oficial divulgada há alguns dias que faz coro à narrativa delirante e mentirosa de que “eleição sem Lula é fraude”. No texto, a legenda – que se diz oposição ao lulopetismo, mas costuma cerrar fileiras ao lado e Lula e seus liderados em momentos cruciais – defende o direito de o ex-presidente ser candidato mesmo se condenado pelo TRF-4, descumprindo a Lei da Ficha Limpa.

Por mais que o lulopetismo e seus satélites esperneiem sobre o que pode acontecer em Porto Alegre no dia 24, a ordem democrática do país está preservada e as instituições estão em pleno funcionamento. Se condenado, o ex-presidente não poderá participar do processo eleitoral e, mais do que isso, deverá iniciar o cumprimento da sentença na cadeia. É o que esperam os brasileiros de bem, a imensa maioria da população tão ultrajada pela roubalheira perpetrada pelo PT durante mais de 13 anos. Que se cumpra a lei. Lula não está acima dela.


18 de janeiro de 2018
Roberto Freire é deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS.

CEF VIROU BANCO DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO DO PT

Barra de São Miguel, AL - Não é novidade que no governo do PT a Caixa Econômica Federal virou um covil de facínoras a serviço de alguns bandidos hoje na cadeia. A novidade, na verdade, é o presidente Temer resistir em mudar os vice-presidentes do banco envolvidos em maracutaias depois que o Ministério Público descobriu muitos deles acusados em corrupção. Temer só cedeu porque o Banco Central apresentou relatório confirmando a roubalheira e a Procuradoria da Repúblico do Distrito Federal ameaçou responsabilizá-lo civilmente pelos desmandos dos seus comandados. Ora, ora, o presidente não queria que nomes como o de Moreira Franco, Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha e o dele próprio viessem a público como políticos influentes na CEF no favorecimento de empréstimos para os empresários amigos, como consta no relatório dos procuradores.

Durante o governo da Dilma, a Caixa Econômica Federal se transformou em um depósito de ex-políticos desocupados que ocuparam algumas vice-presidências, entre eles Moreira e Geddel sob o comando da Miriam Belchior, aquela senhora que trocou o silêncio da morte do seu ex-marido, o prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002, com quem fora casada por dez anos, por bons cargos no governo do PT em Brasília. Belchior, assim como a Dilma, foi uma invenção do Lula para cargos importantes. Ambas entendiam de administração como Lula de fissão nuclear.

O escândalo que agora envolve a Caixa já era esperado. Ele estava encoberto pelo governo que temia o aparecimento de nomes de ministros da sua cozinha, como Moreira Franco, e do seu parceiro Eduardo Cunha. E quando surgiu na tela do Jornal Nacional que Temer também está no relatório dos procuradores de Brasília, ali estava o motivo pelo qual ele resistiu em afastar alguns vice-presidentes. Mesmo assim recuou quando teve que tomar uma decisão mais enérgica: suspendeu por quinze dias quatro vices como se aquela instituição bancária fosse uma escola infantil e não um banco que trabalha com bilhões de reais.

No governo PT a ascensão funcional ocorria pela folha corrida e não pelo currículo dos pretendentes aos cargos públicos. O Temer, como vice, era adepto dessa doutrina. Por isso meteu a colher na CEF indicando Geddel e Moreira Franco, enquanto Eduardo Cunha se encarregava de dirigir a organização criminosa lá dentro. Geddel está na cadeia e Moreira rebola para não dividir a cela com ele na Papuda, pois continua sob a proteção do presidente que, em um de seus atos, cobriu o seu pupilo com imunidade ao transformá-lo em ministro.

Com a descoberta dos mais de 50 milhões em dinheiro vivo em um apartamento de Salvador, sabe-se agora que Geddel era o cofre da campanha dos medebistas em 2018. Descoberto pela Polícia Federal, ele foi parar na cadeia e o dinheiro confiscado. Metido a esperto, o ex-ministro de Temer sempre circulou com desenvoltura em Brasília como parlamentar e como ministro de Integração da Dilma. Como vice da Caixa Econômica Federal foi denunciado pelo lobista Lúcio Funaro como tesoureiro das propinas que iriam para as campanhas do MDB. Na sua cola, e na mesma função no banco, surge Moreira que agora aparece com o nome na lista dos envolvidos no escândalo de corrupção do banco.

Os antecedentes da turma do Temer e do próprio presidente é que certamente levaram o Brasil a ser rebaixado pela agência Standart&Poor’s. Desde que ele assumiu não consegue exorcizar os escândalos que se multiplicam a cada dia. É certamente o único presidente da história que não consegue pegar uma carona no crescimento da economia, desmitificando a teoria de que a popularidade de um presidente se mede pela queda da inflação, pelo aumento do emprego, o resultado positivo da balança comercial e pela queda nos preços da cesta básica. Nada disso cola nele. O que mais gruda no Temer como carrapato são os escândalos atuais e os herdados da época da vice-presidência.

Veja que coisa: até os irmãos Batista, mesmo atrás das grades, levam vantagem na queda-de-braço com o Temer. Agora mesmo, ele vai pagar 60 mil reais de custas processuais por ter perdido uma causa para Joesley, que o acusou de chefiar uma quadrilha no Palácio do Planalto. Temer pedia 600 mil reais de indenização e o juiz entendeu que não deveria condenar Joesley por danos morais.

A coisa continua feia para o lado dele. Cruz-credo!


18 de janeiro de 2018
jorge oliveira

JULGAMENTO DE LULA SERÁ TRANSMITIDO AO VIVO PELO YOUTUBE

JULGAMENTO DE LULA SERÁ TRANSMITIDO NO YOUTUBE; 8H30 DO DIA 24

LULA TENTA SE LIVRAR DE SUA CONDENAÇÃO DE 9 ANOS E SEIS MESES DE PRISÃO NO “CASO TRÍPLEX” (FOTO: REPRODUÇÃO/TVT)

O julgamento do recurso do ex-presidente no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), marcado para o dia 24 de janeiro, em Porto Alegre, será transmitido ao vivo pelo Youtube pelo canal oficial do TRF4.

Lula tenta se livrar de sua condenação de 9 anos e seis meses de prisão imposta pelo juiz Sérgio Moro no “caso tríplex”. A sessão está prevista para começar às 8h30 e deve terminar por volta das 15h.

Normalmente as sessões criminais não são transmitidas ao vivo, mas os desembargadores autorizaram a transmissão por se tratar de um julgamento ‘exepcional’.

Apenas jornalistas credenciados terão acesso à rua em frente à sede do tribunal, que estará isolada.

As atividades no prédio foram suspensas e só vão trabalhar no local os servidores diretamente envolvidos com o julgamento.

Moro afirma na decisão que o ex-presidente praticou os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por ser dono do imóvel 164-A, no Condomínio Solaris, situado no litoral paulista. Lula sempre negou ser proprietário do apartamento.


18 de janeiro de 2018
diário do poder

EM CIMA DO LANCE: CRESCE O CLAMOR POPULAR EM TODO O BRASIL PELA PRISÃO DE LULA




Nesta foto montagem na parte de baixo o conteúdo de 30 outodoors espalhados pela cidade de Porto Alegre que é destaque nas redes sociais, enquanto a grande mídia trata de minimizar essa iniciativa do Vem Pra rua e MBL.
Cresce um movimento em nível nacional que clama pela prisão de Lula que será julgado em um dos processos que pesam sobre o petista pelo TFR-4, em Porto Alegre. no dia 24 deste mês.

O VemPraRua agendou ato público no Parcão, em Porto Alegre, dia 23, 18h, enquanto que o MBL convocou CarnaLula para o dia 24, também as 18h e igualmente no Parcão.

Outdoors do VPR e MBL já cobrem Porto Alegre, segundo informa o blog do jornalista Políbio Braga

Em várias cidades, manifestações pela prisão de Lula são visíveis, como é o caso deste manifestante isolado que fez sucesso, ontem, na avenida Paulista, segundo mostra este vídeo:



18 de janeiro de 2018
in aluiio amorim

A SMARTMATIC E O PODEROSO LOBBY DA DENOMINANADA "INDÚSTRIA DO VOTO ELETRÔNICO" AVANÇAM SOBRE O BRASIL

O jornalista Claudio Dantas, da equipe do site O Antagonista é provavelmente - pelo menos até agora - o único jornalista da grande imprensa brasileira que está cobrindo a nebulosa história da provável contratação, pelo TSE, da empresa Smartmatic, nascida na Venezuela sob as bênçãos do então ditador Hugo Chávez, e que depois se mudou para o Reino Unido e se associou com a empresa SGO pertencente ao Lord Mark Malloch-Brown, do esquerdista Partido Trabalhista Inglês.


No vídeo do comentário do jornalista Claudio Dantas, constata-se que a sede da Smatmatic está constituída agora numa offshore em Barbados, mas também aparece no site da SGO conforme pode ser conferido aqui. 

Reproduzo o vídeo do comentário do jornalista Claudio Dantas:


UM FLASHBACK 
Em 11 de agosto de 2015 escrevi uma postagem aqui no blog que reproduzo como segue após este prólogo, creio que na época em que a Smartmatic havia se associado à britânica SGO, afinal o porfolio da diretoria da SGO mostra o Lord Malloch-Brown (dono da SGO) como Presidente e o venezuelano Antonio Mujica, criador da Smatmatic como CEO e Diretor, de acordo este print do site da SGO:
O Lord Mark Malloch-Brown, do esquerdista Partido Trabalhista britânico, Presidente da SGO e que em 2015 teria se associado à Smartmatic conforme consta em seu site.
De 2015 até hoje é possível que a Smatmatic tenha passado por uma reformulação mas o site da SGO, presidida pelo Lord Mark Malloch-Brown continua na internet.
Passo então a reproduzir a postagem que escrevi sobre a trajetória da Smartmatic no Reino Unido em 2015. Leiam:

A SMARTMATIC E O LORD INGLÊS

Neste vídeo o Lord Mark Malloch-Brown durante apresentação do funcionamento da máquina de votar da Smartmatic emvídeo postado no Youtube 21 de julho de 2015.

Banida dos Estados Unidos e sob investigação das autoridades norte-americanas, segundo o jornal New York Times, a empresa venezuelana de votação eletrônica Smartmatic, que operou a eleição presidencial aqui no Brasil em 2014, conseguiu entrar na Inglaterra, pelas mãos do Lord Mark Malloch-Brown, pertencente à Câmara dos Lords. Além do que consta na reportagem do The New York Times, há diversas acusações contra a Smartmatic, que foi criada graças ao apoio do finado caudilho Hugo Chávez, que também teria alocado recursos estatais para viabilizar a Smartmatic. Para saber mais sobre a Smartmatic e as acusações que pesam sobre essa empresa leia a reportagem especial que  postei aqui no blog em 12 de novembro de 2014 com link também para matéria do The New York Times.

Esse político e jornalista britânico que pertence às hostes do esquerdista Partido Trabalhista e que chegou a ser adjunto da Secretaria Geral da ONU, durante a gestão de Kofi Annan, é também um operador da empresa Quantun, fundo de hedge do mega investidor George Soros, segundo relata o analista norte-americano de tecnologia e comunicação CJ Wilson em matéria postada em seu perfil no Lindekin. 

CIPOAL DE MISTÉRIOS

Segundo Wilson, o Lord Malloch-Brown, uma figura no mínimo curiosa dada à sua desenvoltura em nível global, tendo atuado até mesmo como alto executivo do Banco Mundial, estabeleceu uma dupla parceria com a Smartmatic. O Lord criou recentemente uma empresa, a SGO e trouxe para dentro dela como CEO e Diretor o fundador e proprietário da Smartimatic, o venezuelano Antonio Mujica.

Por sua vez, o Lord Malloch-Brown figura como presidente da SGO e Mujica, da Smartmatic como 'diretor executivo'.

Como  revela CJ Wilson, por trás da Samartmatic e da SGO está o mega investidor George Soros. A SGO é uma dessas tais empresas globais que dissemina a ideia de que o mundo precisa mudar, que está antiquado e que voto em papel é coisa do passado, que é possível errradicar a pobreza e ao mesmo tempo diminuir o aquecimento global e limpar o ar. Para ver as propostas da SGO, basta clicar aqui.

Por sua vez, Malloch-Brown, que iniciou sua carreira como jornalista trabalhando na revista The Economist, escreve com facilidade nos veículos da grande mídia internacional. Há um artigo do Lord no The Huffington Post em que ele critica o sistema eleitoral britânico que até hoje continua com o velho e seguro voto em papel, como ocorre, aliás, nas principais democracias do mundo.
Nesse artigo, qualificando a Smartmatic como "sua empresa", Lord Malloch-Brown tenta provar, mediante pesquisa encomendada pela própria Smartmatic, que o sistema de votação do Reino Unido causa uma falha, um déficit na democracia britânica exortando que está na hora de modernizar.
Acusa o sistema eleitoral britânico de afastar os eleitores. Como o voto é facultativo há uma cota de eleitores que decidem não votar por variadas razões. O argumento do Lord é que esse deficit de votantes deriva do processo, ou seja, se for introduzido o voto eletrônico e, particularmente, pela internet esse quadro poderia mudar.
Ora, num verdadeiro regime democrático como vigora no Reino Unido, os cidadãos são efetivamente livres para votar ou não. O voto é, portanto, verdadeiramente livre, inclusive dando o direito ao eleitor de se abster.
O que gira por trás desse lobby colossal são os bilhões de dólares calculados pela denominada "indústria do voto eletrônico". Como a Smartmatic foi expulsa dos Estados Unidos, diz CJ Wilson, o esquema montado pelo Lord Malloch-Brown tentaria reentroduzir o sistema Smartmatic em território norte-americano já que a esta altura está dentro da SGO e presidida por um Lord inglês. No entanto, adverte Wilson, as autoridades norte-americanos devem estar atentas a essa articulação.
ENGENHARIA SOCIAL
Dando uma olhada no site da SGO, se pode inferir imediatamente que se trata de uma pura articulação de engenharia social. E isso se evidencia no afã de "mudar o mundo", ou ainda que "o mundo exige mudanças", embora, como nota CJ Wilson, ninguém perguntou nunca ao mundo se ele realmente deseja essas mudanças. Para Brown - observa Wilson - o mundo terá então de ser mudado de qualquer maneira. E acrescenta: "Quanto mais alto o pensamento utópico, sua descida é para o totalitarismo brutal".
Embora na web há pouco mais de seis meses a SGO/Smartmatic não conseguiu fazer sair do papel nenhuma de suas mega propostas para um suposto "mundo melhor", todas elas fundadas na mais pura engenharia social embalada pelos deletérios ditames do pensamento politicamente correto. Quando essa gente vinculada a George Soros, ONU e ONGs variadas acena com mudanças que ninguém pediu, tem-se aí a receita para o totalitarismo global cuja imediata consequência é a destruição da democracia e, sobretudo, dos direitos individuais, utilizando-se justamente de uma de suas instituições fundamentais, que é o voto livre e direto, em papel, numa cabine eleitoral sob a fiscalização severa e ininterrupta dos fiscais partidários.
Basta lembrar como foram computados os votos da eleição presidencial do Brasil de 2014: numa sala fechada para os técnicos da Smartmatic sem a presença de nenhum fiscal dos partidos políticos. Em dado momento Aécio Neves despencou e a Dilma arrebentou a boca do balão. O resultado desse desastre se pode medir pelo estado de calamidade econômica e política em que o Brasil está mergulhado até hoje.
Quanto a Aécio Neves, lembro que imediatamente após o TSE proclamar a “vitória da Dilma”, o tucano-mineiro telefonou imediatamente para a “presidenta” cumprimentando-a pela “vitória".
18 de novembro de 2018
in aluizio amorim

O DELEGADO DO LULOPETISMO



O PT já perdeu milhares de cargos - e uma segunda derrota, nas eleições deste ano, será devastadora. Que não falte pá de cal. A propósito, segue artigo de Carlos Alberto Sardenberg, publicado pelo Globo:

É um claro sinal de desespero essa radicalização do PT à medida que se aproxima o julgamento de Lula no Tribunal Regional Federal de Porto Alegre. Há um componente de agitação e propaganda nesse movimento — uma última tentativa de intimidar o Judiciário — mas tem aí uma questão pessoal.

Trata-se do futuro profissional, do meio de vida mesmo, de grande parte dos quadros do PT. Estamos falando daqueles que só trabalham em três ambientes: no próprio partido, nos sindicatos e nos governos. São pessoas que praticamente largaram suas profissões para se dedicar inteiramente à atividade política.

Lula, claro, é o exemplo maior. Mas há outros milhares que descreveram a mesma trajetória de vida. São operários, advogados, médicos, engenheiros, técnicos de diversas áreas, jornalistas, que há muitos anos não têm qualquer atividade no setor privado da economia.

Podem reparar nos currículos. O sujeito é membro do partido, diretor do sindicato, depois aparece como secretário de alguma prefeitura, vai para um DAS no governo federal, assume um posto em governo estadual, uma bela assessoria em estatal — e assim vai, de administração em administração, de cidade em cidade, sempre acompanhando as vitórias do PT.

Os funcionários públicos concursados, como os professores, estão em parte protegidos pelas generosas regras do setor, entre as quais a estabilidade. O PT perde a eleição, o sujeito perde o cargo no governo e volta para a repartição. Mas como um simples peão. Tem um garantido mensal, mas perde gratificações, DAS, jetons por participação em conselhos de estatais, perde poder.

Eis um ponto pouco comentado, mas que está nas preocupações internas dos militantes.

Isso, aliás, explica grande parte dessa adesão cega a Lula. Tem o fervor político, claro, mas, convenhamos, é coisa de poucos. Os outros, inclusive por terem participado de campanhas e governos, sabem que é tudo verdade: caixa dois, desvio de dinheiro para o partido e para bolsos pessoais. Sabem que Lula se beneficiou pessoalmente desses esquemas — e sabem que a Lava-Jato descobriu tudo isso, com provas, sim senhor. Os que não sabiam e ficaram chocados já deixaram o partido.

Os demais lutam pela sobrevivência. Já houve um primeiro desmoronamento nas eleições municipais de 2016. Milhares de cargos foram perdidos pelo PT e associados. Um segundo cataclismo, nas eleições deste ano, seria devastador.

Daí o desespero — condição que frequentemente leva a decisões equivocadas.

Ameaçar o Judiciário, por exemplo, é um baita erro. Mas o que fazer quando se sabe que não há saída jurídica? Na verdade, há uma alternativa — a delação premiada. Lógico: o sujeito é apanhado, sabe que a Lava-Jato tem provas, faz o quê? Colaboração.

Como Lula não pode fazer isso, sobra o quê? Ir para o confronto, o desafio ao Judiciário, a ameaça de incendiar as ruas.

Esse confronto é politicamente ruim. Só agrada mesmo à militância cega. Assusta a maior parte da sociedade com a volta do PT radical, daquele Lula antes de fazer a barba, aparar o cabelo, vestir um terno Ricardo de Almeida com gravata Hermès e falar manso.

Quase um suicídio?

Aqui entra outra, digamos, convicção de Lula e seus mais próximos colaboradores. A de que ele consegue mudar o discurso a qualquer momento, de modo convincente. O radicalismo pré-julgamento seria só uma fase. Depois, na hipótese improvável da absolvição, volta-se para o paz e amor.

Na hipótese provável da condenação, vem agitação, mas a aposta maior será ganhar tempo com os recursos. Não será surpresa se aparecerem nessa fase declarações elogiosas aos tribunais superiores.

Veremos.

De todo modo, o que importa para Lula e seus militantes é salvar algum naco de poder. O que explica, por exemplo, as negociações partidárias nos estados com os golpistas do PMDB. Vale tudo pelos cargos e para estar no governo, qualquer governo.

18 de janeiro de 2018
in blog do orlando tambosi

PERDIDAS ILUSÕES



Na ânsia de ver se o tiranete Lula escapa, o partido totalitário fala até em "derramamento de sangue". Escreve J. R. Guzzo (Fatos, Veja.com): "'a mídia, em peso, reproduz a sua oração oficial, segundo a qual Lula é vítima de um “processo político”. Mas não vai acontecer no país real o cataclismo anunciado diariamente, nem “as ruas” vão impedir que a decisão judicial seja executada. Por acaso Lula e o PT vão conseguir colocar 500.000 pessoas na Avenida Paulista para protestar contra o veredito do TRF-4? Por acaso no dia seguinte as fábricas, lojas e demais pontos de trabalho estarão vazios por força de uma greve geral em todo o país? Por acaso Lula vai fazer um comício monstro no dia 25 ─ ou, como se diz, estará viajando para o estrangeiro? São, como na velha canção, apenas as “perdidas ilusões” de sempre":

Estes últimos dias antes do julgamento decisivo do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre sobre a sentença que condenou o ex-presidente Lula a nove anos e meio de prisão por corrupção têm sido uma coisa triste. Não que se esperasse nada de melhor por parte do réu e da multidão de advogados nervosos, militantes frustrados, palpiteiros, puxa-sacos e o resto dos habitantes do seu sistema ecológico atual. Esperar como, se o comandante supremo teve a ideia (que muita gente achou genial) de tentar transformar o juiz do processo em réu, e o réu em juiz? Jamais poderia resultar algo de bom de um negócio desses ─ e obviamente não resultou. Lula e o seu exército nunca levaram a sério a ação penal movida contra ele, achando que jamais “este país” se atreveria a encará-los. Desprezaram, desde o início, o processo legal. Acharam-se capazes de intimidar o juiz Sérgio Moro e o MP, como intimidam um tucano qualquer desses que voam por aí. Ameaçaram, sabe-se lá quantas vezes, entrar em guerra contra “eles”, parar “este país”, levar para a rua suas tropas de sem-terra, sem-teto e sem ocupação. Quando perceberam que não iam ganhar no grito, tempos atrás, já não havia mais o que fazer. Esses são os fatos. Agora, com o desfecho à vista, não lhes ocorre outra ideia que não seja gritar mais, ameaçar mais e insultar mais do que têm feito. Conseguem apenas parecer ainda mais desequilibrados.

A presidente do PT, por exemplo, fala em “derramamento de sangue”. Um senador do partido diz que Lula é o nosso “Nelson Mandela” ─ não diz uma sílaba, é claro, sobre o detalhe de que Lula teve as máximas garantias da lei para se defender, e que foi condenado por recebimento de propina. Promete-se, todos os dias, multidões em Porto Alegre e no resto do Brasil para “impedir” a execução da sentença.

A mídia, em peso, reproduz a sua oração oficial, segundo a qual Lula é vítima de um “processo político”. Mas não vai acontecer no país real o cataclismo anunciado diariamente, nem “as ruas” vão impedir que a decisão judicial seja executada. Por acaso Lula e o PT vão conseguir colocar 500.000 pessoas na Avenida Paulista para protestar contra o veredito do TRF-4? Por acaso no dia seguinte as fábricas, lojas e demais pontos de trabalho estarão vazios por força de uma greve geral em todo o país? Por acaso Lula vai fazer um comício monstro no dia 25 ─ ou, como se diz, estará viajando para o estrangeiro? São, como na velha canção, apenas as “perdidas ilusões” de sempre.

Tudo isso serve apenas para que nossos mais reverenciados liberais, as reservas morais da sociedade brasileira “civilizada”, tenham a oportunidade de fingir que acham chato que Lula, caso acabe realmente condenado, não dispute as eleições de 2018. Que pena, não é mesmo? Seria tão bom ele concorrer e perder. As eleições seriam tão mais “legítimas”. Tudo ficaria tão bonito. O New York Times acharia tão bacana. Trata-se de uma combinação de hipocrisia com mania de desrespeitar a lei. Não cabe a ninguém achar “melhor” ou “pior” que Lula seja ou não seja candidato. Não é uma questão de opinião. É unicamente uma questão de justiça.


18 de janeiro de 2018
in blog do orlando tambosi

PAPA FRANCISCO: O PAPA QUE DIVIDIU A IGREJA CATÓLICA. POSSÍVEL NOVO CISMA NA IGREJA


Na Venezuela, os bispos imploraram a intercessão do Papa Francisco junto ao ditador Nicolás Maduro [foto acima] — por quem nutre simpatias —, para fazer cessar a perseguição religiosa e a miséria no povo venezuelano, que procura alimento nas lixeiras, que não encontra remédios nas farmácias ou gasolina nos postos, que foge pelas fronteiras, sofre repressão assassina, e padece como vítima de um “genocídio” material e moral ([xxxii]).

A única resposta do Soberano Pontífice da Igreja foi uma nota, qualificada de o “pior papelão diplomático de seus mais de quatro anos de pontificado” ([xxxiii]). José Palmar, pároco em Maracaibo, invocou os católicos mortos e presos, e disse: 

“É lamentável o mutismo de Francisco sobre a realidade totalitária, ditatorial e violenta do regime. O que ele falou foi como se tivesse dito a Lázaro: Não vais ressuscitar, ficarás aí, podre na cova” ([xxxiv]). Ao fazer uma apologia do Pontífice, o presidente-ditador venezuelano declarou que havia uma “campanha internacional” urdida contra ele pelos “poderes do mundo” ([xxxv]).

O “Wall Street Journal” sintetizou: “Quando o Papa Francisco quer que sua mensagem chegue àqueles que ele desaprova, nunca lhe faltam palavras, sobretudo em se tratando dos EUA. Mas quando se trata da brutalidade do governo venezuelano contra o seu próprio povo, o Papa e o Vaticano preferiram silenciar o nome de Nicolás Maduro.”


Mais informações »


18 de janeiro de 2018
 Luis Dufaur e publicado na ABIM
in blog do navarro

O MASSACRE DE JUNQUITO



Antônio Sánchez García, colaborador do Blog de Montaner, denuncia a covardia e a baixeza da oposição oficialista MUD (Mesa de Unidade Democrática) no massacre de Óscar Pérez e seu grupo, que lutaram contra a tirania chavista e, embora tivessem apresentado rendição, foram massacrados, numa verdadeira chacina. Nunca esquecer que os facínoras do chavismo, que conduziram a Venezuela à fome e à miséria, são apoiados pelo PT e outros partidos de esquerda no Brasil:

Poco cabe agregar al extraordinario artículo de Ibsen Mártínez publicado en El País de España este 17 de enero, El “diálogo” y Óscar Pérez, [i]que sitúa con lacerante exactitud el contexto político en que ocurrió “La Masacre del Junquito”, el ominoso papel jugado por la torpe y cobarde oposición oficialista llamada Mesa de Unidad Democrática, que ya nada tiene de unidad ni de democrática, y el triste papel jugado por encumbrados opinadores que, traicionando el deber de enarbolar la verdad como hicieran sus predecesores, se han comportado con frívola complacencia ante la farsa que se escenifica en Santo Domingo mientras corre la sangre por las calles de Caracas. Uno de los más sórdidos capítulos de esta tragedia: la obsecuencia, la cobardía y la bajeza con las que se han comportado los bustos parlantes y los escribidores de la MUD y sus amos, los propietarios de los medios radiales, televisivos e impresos en la Venezuela de la decadencia. Con muy escasas excepciones, exégetas y apologetas que no le hacen ningún honor a la verdad, al periodismo ni a la academia.

Sólo cabría agregar, a ese respecto, que los mismos que han impuesto el diálogo, lo llevan a cabo persiguiendo con denuedo la vía electoral como única vía legítima a la acción política y no aceptan ninguna otra vía, así sea tan constitucional como la electoral, para simular el combate contra la tiranía, fueron quienes aceptaron el desafío en cuanto los Castro nos impusieron a su agente Nicolás Maduro: en febrero de 2014 por voz de Edgar Zambrano, Henry Ramos Allup, máximo jefe de Acción Democrática (AD) declaró que no había otra alternativa a los votos que las balas. Bastaba ver la realidad para saber que no tenemos más que votos y ellos, si nos apartamos de tal orientación, no tienen para enfrentarnos más que balas. Uno de sus primeros efectos: robarnos la vía electoral del Revocatorio y dejarnos inermes ante las balas, en medio del sacrosanto silencio de la MUD. Maduro aceptó el envite: asesinó a balazos a quienes, apartándose del mandato de los ventrílocuos de AD, tomaron la vía de la insurrección, asesinando a 140 jóvenes insurrectos y ordenando masacrar a la célula insurreccional de Oscar Pérez. Los autores intelectuales se estarán sobando las manos. Como lo señala Ibsen Martínez: “Para acrecentar el agobio, el horror y la desesperanza, estas muertes, que se suman al más de un centenar que el año pasado causó la dictadura, han ocurrido durante el receso de los vergonzosos diálogos de Santo Domingo. Allí, una desacreditada dirigencia opositora gesticula parsimoniosamente, junto con los más despiadados y cínicos caimacanes del régimen chavista, el acuerdo de una improbable ruta hacia elecciones libres y transparentes. Los voceros de la MUD quizá agradecieron en secreto el respiro que la atención mediática, centrada ahora en la matanza de El Junquito, concedería por unos días a su perseverancia en negociar un modus vivendi con una dictadura asesina. Eso explicaría el cauto silencio que la MUD prolongó todo cuanto pudo ante el asesinato de Pérez. Su prioridad era vindicar la justeza de su misión en Santo Domingo, no hacerle olas al dictador.”

Pero no es solamente la concupiscencia entre tartufos y genocidas lo que nos inquieta. Y los atroces sufrimientos que le imponen a nuestra sociedad. Es la vergonzosa complicidad y respaldo de las fuerzas armadas en la acción fascista y genocida del régimen. Poco importa que quienes reconocen haber ordenado la masacre hoy sean civiles: fueron y siguen siendo militares y policías en su esencia. Golpistas y asesinos que se asomaran a la vida política de la Nación en los sórdidos hechos del 4 de febrero y del 19 de noviembre de 1992. Agregando a su palmarés la realización y jefatura de los hechos criminales más repudiables de la modernidad. Y cuyo desparpajo llega al extremo de proclamar la autoría de este abominable crimen de lesa humanidad, que en otros lugares llevaran a la horca y a la vindicta pública a sus culpables.

Tan criminal comportamiento, obedecido servilmente por los colectivos paramilitares y los uniformados que procedieron a disparar y bombardear a quienes ofrecían deponer las armas y entregarse inermes a quienes los asaltaban, aún siendo compañeros de armas, ¿no encuentra repudio en las filas de quienes continúan callando, silenciando y respaldando la criminalidad de sus compañeros narcotraficantes, negociantes y ladrones encumbrados a la cúspide de la institución? Dicha masacre, ¿no es suficiente prueba de la disposición del régimen a escenificar una guerra civil si la obsecuencia del tartufismo político y mediático venezolano no termina por arrastrarse desde Santo Domingo a Miraflores?

Reivindico y hago mías las palabras con que Ibsen Martínez culmina su extraordinario alegato: “la insidiosa acusación que hace la dictadura de que la MUD colaboró en la localización y muerte de Pérez, con rayar en lo demencial, debería obligar a los fundamentalistas del voto a revisar su estrategia de diálogo, diálogo y más diálogo. Debería, pero en la Venezuela de hoy eso es solo un decir… Su muerte reclama la condena de todos los demócratas de nuestra América.”



18 de janeiro de 2018
in blog do orlando tambosi

PROCURADORIA VAI PEDIR AUMENTO DA PENA DE LULA POR TRÊS CRIMES COMETIDOS

PROCURADORIA VAI PEDIR AUMENTO DA PENA DE LULA POR TRÊS CRIMES COMETIDOS
TRF4 DECIDIRÁ SE AUMENTA CONDENAÇÃO DE LULA DE 9 PARA 20 ANOS


O TRIBUNAL, EM PORTO ALEGRE, VAI ANALISAR A APELAÇÃO DE LULA NO CASO DO TRIPLEX (FOTO: GOUG PATRÍCIO/ AE)

O procurador regional da República Maurício Gotardo Gerum, em sua sustentação oral durante o julgamento da apelação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 24, vai reiterar a defesa do aumento da pena de prisão do petista e argumentar que ele cometeu três crimes em vez de um, como sentenciou o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato em Curitiba. 

O MPF quer dobrar a pena de 9 anos e seis meses para mais de 20 anos de prisão. O procurador pedirá cumprimento inicial da pena de prisão em regime fechado do petista, como foi decidido por Moro.

O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, vai analisar a apelação de Lula no caso do triplex no Guarujá (SP), em que o petista foi condenado por Moro a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Gerum, um dos integrantes do Ministério Público Federal em julgamentos de segunda instância, será o representante da Lava Jato diante dos três desembargadores federais da 8.ª Turma Penal da Corte.

Em seu parecer de 81 páginas, Gerum enfatizar, em sua exposição de 30 minutos, que há provas de crime de corrupção passiva. Ele pretende ainda argumentar que o petista cometeu três práticas delituosas, uma vez que a Petrobrás fechou três contratos com a construtora OAS, responsável, segundo a denúncia, por oferecer o apartamento e bancar reformas no imóvel como pagamento de propina ao petista. E vai sustentar que há “nexo causal” entre a assinatura dos contratos e o recebimento de propina por Lula.

Refinarias

Gerum entende que os contratos da OAS com a Petrobrás nas obras das Refinarias Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, e Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, configuraram crimes de corrupção. Os negócios nessas unidades foram fechados por meio dos consórcios Conpar (Odebrecht, UTC e OAS), e Conest/Rnest (Odebrecht e OAS), respectivamente. A OAS pagou R$ 87,6 milhões em propinas, sendo R$ 16 milhõesa agentes do PT e ao partido.

Desse "caixa geral" aos petistas – como chamou o ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, em colaboração espontânea no processo – R$ 2,2 milhõesforam usados para reformar e equipar o apartamento 164-A, do Edifício Salina, Condomínio Solaris, do Guarujá, para Lula.

“A cada contrato fechado entre as empreiteiras consorciadas e a Petrobrás, que no caso da OAS foram três, o oferecimento e a promessa de vantagem se renovam, constituindo crime autônomo”, afirmou o procurador em seu parecer. Por isso, em sua sustentação, Gerum vai defender a condenação, com a prática de três condutas delituosas, e consequente aumento da pena de prisão.

Vínculo

Em sua sustentação oral, Gerum também vai destacar um ponto da sentença atacado pela defesa de Lula. O criminalista Cristiano Zanin Martins, defensor do petista, pretende explorar a manifestação de Moro para argumentar desvinculação dos crimes com o esquema de corrupção na estatal.

No processo, há notas fiscais, contratos de fornecimentos de serviços e equipamentos, registros do imóvel, cópias de mensagens de e-mail, registros fotográficos, laudos periciais, relatórios de comissões internas da Petrobrás e apurações do Tribunal de Contas da União (TCU), que serviram para Moro condenar Lula em 12 de julho do ano passado – a primeira sentença do ex-presidente na Lava Jato, que responde a seis processos.

“Há nexo causal entre a conduta do réu e os crimes praticados em detrimento da Petrobrás”, já registrou Gerum em seu parecer. Nesse ponto, ele deverá detalhar as provas apresentadas pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Gerum também considerou que o fato de Lula não ter o poder direto de indicar diretores da Petrobrás, como argumentou a defesa para justificar a falta de provas, não é elemento essencial. “Quanto ao nexo causal, importante salientar que a definição dos diretores da Petrobrás (por Lula) não constitui prova essencial à configuração do tipo, uma vez que, independentemente de quem ocupasse o cargo, era inequívoca a influência do governo na contratação da empresa, sendo a retribuição escusa calcada nessas bases.”


18 de janeiro de 2018
diário do poder

OUTDOORS EM PORTO ALEGRE PEDEM 'LULA NA CADEIA' A PARTIR DO DIA 24

CAMPANHA É ASSINADA PELOS MOVIMENTOS MBL-RS E VEM PRA RUA

OS OUTDOORS APRESENTAM A IMAGEM DE LULA COMO PRESIDIÁRIO, NO ESTILO DO PIXULECO (FOTO: REPRODUÇÃO)

Cerca de 30 outdoors com dizeres pedindo “Lula na cadeia” foram instalados em avenidas de grande circulação de Porto Alegre e outras cidades da região metropolitana. Os cartazes são assinados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo Vem Pra Rua.

Iria Cabreira, uma das coordenadoras do Vem Pra Rua no Rio Grande do Sul, explica que a campanha é um ato de apoioao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), “que tem cumprido o seu papel”. Lula será julgado pelo TRF4 no caso do triplex do Guarujá na próxima quarta-feira, 24.

“Temos visto ataques ao trabalho da Justiça e apoio incondicional ao Lula, que já foi condenado em primeira instância. Precisamos mostrar que a população não está conivente com os crimes de corrupção, que o cidadão comum, que está trabalhando e lutando pela sua subsistência quer, sim, acabar com a corrupção e apoia, se for o caso, condenação, prisão, o que for, de qualquer um. Ninguém pode estar acima da lei”, diz Cabreira.

Os outdoors apresentam a imagem de Lula como presidiário, no estilo do Pixuleco, o boneco inflável que ficou conhecido em protestos contra Lula e Dilma. Ao lado, há uma silhueta com o convite: “faça sua selfie aqui”. A ideia era que as pessoas manifestassem seu apoio nas redes sociais, mas o movimento tem dificuldades para mensurar o sucesso da campanha, segundo Cabreira: “Muita gente não compartilha ou tira foto de dentro dos carros, já que em muitas avenidas não é fácil de parar”.

A coordenadora afirma que uma vaquinha foi feita para suprir as despesas com a instalação dos outdoors, porém não informa o valor arrecadado. “Cada um de nós acaba doando, além do tempo, valores para as ações”, resume.

O movimento Vem Pra Rua prepara um ato para a próxima terça, 23, véspera do julgamento de Lula no TRF4. O ponto de encontro será o Parque Moinhos de Vento, o Parcão, local já tradicional das manifestações contra Lula e Dilma em Porto Alegre. O evento no Facebook que convoca para o ato, a partir das 18h, tem menos de uma centena de confirmações.

“Vai ser um evento pequeno, já que consideramos e avaliamos que um evento grande poderia implicar questões de segurança. Será um ato de apoio ao TRF4 e à Justiça, para que continuem fazendo o seu trabalho e que não se tolere ameaças ou intimidações”, explica Cabreira.


18 de janeiro de 2018
diário do poder

LULA PRÓXIMO DA PRISÃO É ABANDONADO POR QUASE TODOS


Lula próximo da Prisão é abandonado por quase todos

18 de janeiro de 2018

EU DESAFIO OS PETISTAS DO LULA A ASSISTIREM ESSE VÍDEO ATÉ O FINAL!



EU DESAFIO OS PETISTAS DO LULA A ASSISTIREM ESSE VÍDEO ATÉ O FINAL!

18 de janeiro de 2018

MENTIRAS DO PT - BOLSA FAMÍLIA - LULA CONTRA



Mentiras do PT - Bolsa Familia - Lula contra

18 de janeiro de 2018